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4 de fev. de 2014

Rueil-Malmaison, Região Ile de France


Rueil Malmaison

Rueil Malmaison na primavera
Rueil-Malmaison, é a memória viva de alguns anos de felicidade vividos por Napoleão Bonaparte e Joséphine. Pertinho de Paris, esse passeio oferece um agradável mergulho na História.

Situada a 10 km a oeste de Paris, no departamento do Hauts-de-Seine, Região Ile de France, esta agradável cidade que seduziu Josephine, tem 1472 hectares que se estendem em um declive suave, que vai do alto do Mont-Valérien até as margens do rio Sena.


Prefeitura

É na Igreja Saint-Pierre Saint-Paul (abaixo), classificada como monumento histórico, que a imperatriz descansa hoje ao lado da sua filha, a rainha Hortense.



É uma linda viagem no tempo que atravessa lugares hoje separados, mas que, na época do Império, faziam parte da mesma propriedade, que se estendia por quase 726 hectares: o domínio Malmaison.

Antiga cidade rural, famosa pela a pureza das suas águas, Rueil-Malmaison é hoje uma cidade moderna, com muitos escritórios e grandes empresas. No entanto, preservou os seus bairros residenciais, os seus espaços floridos e permaneceu, assim, uma cidade verde, harmoniosa e humana.



Você pode fazer ainda um agradável passeio de barco pelo Sena. Existem opções de passeios com duração de 1:30h que mostra o encanto da paisagem imortalizada por grandes artistas como Renoir, Monnet e Manet; passeios de 3 horas que inclui visita ao chateau ou passeios com almoço ou jantar.


Chateau de Malmaison



O Chateau Malmaison é, sem dúvida, a maior atração. É conhecido como o castelo de Josephine. Hoje, o castelo pertence ao Estado e nele funciona o Musée du Château de Malmaison, que possui uma das mais importantes coleções de peças de arte, móveis, objetos e quadros do Primeiro Império.

Quarto de Josephine
É como voltar no tempo dos primeiros anos de amor entre Joséphine e o general mais potente da França. O tempo em que ela e Napoleão viveram lá foi marcado por uma grande paixão e foram os anos mais felizes do casal.


Salon Doré
Podemos visitar 12 cômodos. Entre eles: a varanda com estátuas e bustos que representam o Imperador; a sala de bilhar; a sala dourada, com as suas incrustações e os seus mosaicos; a sala de música, com pinturas modernas de da época, um piano e uma harpa, e um quadro desenhado por Berthault; a sala de jantar; a biblioteca, com obras dos maiores escritores modernos ou antigos; o quarto de Bonaparte; a sala com uma colecção de sabres; a sala dedicada à batalha de Austerlitz... O último cômodo, de forma oval, vermelho e dourado, é o quarto de Joséphine e também o local aonde ela morreu.





Napoleão nasceu em Ajácio, Córsega, em 15 de Agosto de 1769, exatamente quando a ilha, situada a oeste da Itália e antes pertencente ao estado genovês, acabara de passar ao domínio francês. “Nasci quando minha pátria estava morrendo”, diria ele mais tarde.

Em 1795 o jovem general Napoleão conheceu Joséphine, uma viúva de 32 anos, com 2 filhos e ficou deslumbrado por ela.

Um simples casamento civil uniu-os em 9 de Março de 1796. Como ela era 6 anos mais velha que ele, na certidão, a noiva aproveitou e diminuiu dois anos da própria idade e Napoleão tratou de acrescentar dois à sua.

Napoleão gostava muito dos filhos de Josephine, ao ponto de os adotar oficialmente, não permitindo que os chamassem de adotivos.


O Chateau de Malmaison foi adquirido por Josephine em abril de 1799 por 325.000 F.

De 1800 a 1802 este pequeno castelo tornou-se, juntamente com o palácio das Tuileries, a sede do governo da França aonde os ministros do Consulado reuniam-se frequentemente.


Em 1804 Josephine tornou-se Imperatriz da França, quando Napoleão se auto coroou na catedral de Notre-Dame. Nesta , para mostrar o seu poder, ele retirou a coroa das mãos do Papa Pio VII, e colocou ele mesmo a coroa na cabeça. Em seguida, coroou a esposa.



Para se ter idéia do poder de Napoleão, Carlos Magno teve de ir a Roma para ser coroado imperador. Mas Napoleão exigiu ao papa que viesse à Paris. Pio VII suportou a humilhação e obedeceu.

Enquanto Josephine permanecia em Paris, esbanjando fortunas em festas e recepções luxuosas, o marido enviava-lhe, diretamente do front, uma carta apaixonada atrás da outra: “Beijo seus seios e mais embaixo, muito mais embaixo”, ele escrevia, enquanto os canhões trovejavam ali perto.

Josephine compartilhou o trono com ele durante cinco anos, e se tornou a mulher mais influente da França durante o Primeiro Império.

Mas, não podendo dar-lhe o filho tão esperado por ele, ambos concordaram com o divórcio para que Napoleão pudesse casar com outra mulher, e ter um herdeiro.

Relatos históricos comprovam que Napoleão desconfiava que sua esposa o traia. Ainda que mandasse cartas desesperadas, a perdoou (ele também mantinha vários casos com outras mulheres). Só não perdoou a infertilidade da esposa.

Era um marido ciumento, escrevia à esposa cartas inflamadas: "Não sabes que sem ti, sem o teu coração, sem o teu amor, não existe para o teu marido nem felicidade, nem vida?..."... "Longe de ti as noites são longas, tristes e melancólicas. Junto de ti, desejo que seja sempre noite."

Divorciaram-se em 1809, por consentimento mútuo, na frente do tribunal reunido nas Tuileries. Nesta cerimônia, cada um leu ao outro uma declaração na qual prometiam-se uma devoção eterna, prova da permanência do seu amor.

Josephine conservou o seu título de imperatriz e, após o divórcio, retirou-se para o seu lugar preferido, o castelo de Malmaison.


Vai então compartilhar o seu tempo entre viagens, suas coleções de arte e dedicar-se à sua paixão pela botânica.

Aproximou-se dos netos o os acolheu em Malmaison, estadas dos quais futuro Napoleão III irá recordar com emoção.

Em 1810 Napoleão se casou com a princesa Maria Luísa da Áustria. Um ano depois, nasceu François Charles Joseph Bonaparte.

Josephine viveu no Chateau de Malmaison até 29 de Maio de 1814, quando morreu, aos 51 anos, de uma angina infecciosa cercada das suas filhas Eugène e Hortense. Foi sepultada na Igreja de Saint-Pierre-Saint Paul em Rueil-Malmaison.

Napoleão, o amor de sua vida, morreria 7 anos depois, aos 52 anos, na ilha de Santa Helena, aprisionado pelas tropas britânicas.

Segundo a opinião do médico que o assistiu, sua morte foi causada por uma úlcera provocada por uma má dieta e, sobretudo, pela ansiedade.
 


Maria Luisa, ao saber da morte do marido, casou-se em segredo com o ajudante-de-ordens Adam Albert Graf von Neipperg, seu amante austríaco.


Como chegar



RER A direção Saint-Germain-en-Laye, parada Rueil-Malmaison.

De La Défense, ônibus n°258 direção Saint-Germain-en-Laye, parada Rueil-Ville ou Danielle Casanova. 

Ingressos do museu em 2015: 6,50 € (8 € em período de exposição)

Aberto todos os dias (menos as terças-feiras) de 10h as 12h30 et de 13h30 as 17h45 (18h15 finais de semana)









Veja também:










2 de mar. de 2011

Amores Célebres na França





Encontro fortuito, fim trágico, amor perdido, infeliz ou feliz, certas histórias de amor entraram para a posteridade.







Auguste Rodin e Camille Claudel



Em 1883, o escultor francês Auguste Rodin, encontra a jovem Camille Claudel, irmã do famoso escritor Paul Claudel. Rodin tem 43 anos de idade, e ela 19.

Ela entrou no seu atelier como aluna e fascinou o seu mestre. Entre eles nasce uma paixão que devora, feita de impulsos amorosos e de esculturas.


Um influencia outro, certas obras de Rodin, mostram a influência de Camille.

O Beijo, Museu Rodin
Mas, desde 1864, Auguste Rodin tem por companheira Rose Beuret e não quer deixá-la. Em 1898, Camille Claudel, cansada, rompe com Rodin e deixa a marca da sua amargura em numerosos em desenhos.

A loucura toma conta dela a partir de 1906. Muito atormentada, foi internada em 1913, aos 49 anos, até a sua morte em 1943. Uma das suas últimas esculturas, "L'age mur" (a idade madura), representa uma jovem tentando se agarrar, desesperadamente ao amante, simboliza a sua ruptura com Rodin.


Do seu amor restaram as esculturas, algumas refletem o desejo que sentiam um pelo o outro.


Na fachada da sua casa na Ile Saint Louis está gravado: "Il y a toujours quelque chose d'absent qui me tourmente" (existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta), um trecho de uma carta de Camille para Rodin.



Auguste Rodin morreu em 1917 e foi enterrado ao lado de Rosa Beuret, com quem casou quinze dias antes.


Museu Rodin: 79, Rue de Varenne, 7eme arrondissement


Casa de Camille Claudel: 19, Quai de Bourbon, Ile Saint Louis

Memorial Camille Claudel: Cemitério de Montfavet, em Avignon.










Abelardo e Heloísa



A história destes dois jovens apaixonados aconteceu em meados do século XII, na França.

Heloise era uma jovem de família tradicional e se interessou por Abelardo, um professor famoso. Pediu ao seu tio, Fulbert - seu responsável legal - que o amado fosse contratado como seu professor particular. E assim foi feito. Durante as aulas, os dois se apaixonaram e começaram a viver um grande amor.
Heloísa acabou engravidando, e para evitar um escândalo, casaram-se em segredo, no meio da noite, em uma pequena ala da Catedral de Notre Dame. Abelardo levou-a à aldeia de Pallet, na Região Pays de la Loire, a deixou aos cuidados de sua irmã e voltou a Paris, mas não agüentou a solidão que sentia, longe de sua amada.

O sigilo do casamento não durou muito. Ofendido, Fulbert resolveu dar um fim àquilo tudo. Contratou dois carrascos para castrar Abelardo.

Após essa tragédia, Abelardo e Heloísa jamais voltaram a se falar. Ela ingressou no convento de Santa Maria de Argenteuil, em profunda e depressão. Abelardo construiu uma escola-mosteiro ao lado da escola-convento de Heloísa. Viam-se diariamente, mas não se falavam nunca. Apenas trocavam cartas apaixonadas. Seu filho foi criado pela irmã de Abelardo em Pallet.
Abelardo morreu no ano de 1142, com 63 anos, e Heloísa faleceu alguns anos depois, sendo sepultada ao lado de Abelardo.


Conta-se que, ao abrirem a sepultura de Abelardo para depositarem Heloísa, seu corpo estava ainda intacto e de braços abertos, como se estivesse aguardando a chegada da amada. 

Seus túmulos estão lado a lado no cemitério de Père Lachaise  (Ver Cemitérios de Paris)

A casa situada no Quai aux Fleurs (IV arrondissement), nos números 9-11, tem uma inscrição que indica como sendo a antiga casa de Héloïse e Abélard em 1118, mas não se sabe se é autêntica.

Perto dali, na esquina da Rue des Ursines, com o n° 1 da rue Chantres,(fotos ao lado e abaixo) acredita-se ser a verdadeira casa de Fulbert, tio de Héloise.


Para encontrar esse endereço, saindo da Notre Dame (de costas para a Igreja, vire a direita e entre  na Rue Cloitre Notre Dame, depois vire   na Rue Chanoinesse, em seguida na Rue Chantres ou na Rue de la Colombe. Pronto, você chegou a um pedacinho da Paris Medieval.











Victor Hugo e Juliette Drouet

Museu Victor Hugo em Paris: 6, Place des Vosges, 4eme arrondissement
Juliette Drouet, era uma comediante de teatro, que em 1833 desempenhou o papel da Princesa Négroni na peça Lucrèce Borgia escrita por Victor Hugo.

Eles se apaixonaram e iniciaram uma longa ligação, mas o escritor já era casado. Juliette largou a sua carreira e dedicou a sua vida inteiramente ao seu amor. Tornou-se ao mesmo tempo sua colaboradora e sua inspiração.


Eles trocam centenas de cartas apaixonadas. Após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, Victor Hugo, que se oponha à Louis-Napoleão Bonaparte, se exilou em Bruxelas e depois em Jersey, sempre acompanhado por Juliette e pela sua mulher Adèle.

Quando sua esposa morreu, Juliette compartilhou inteiramente a vida com Victor Hugo. Ela morreu em 11 de maio de 1883, após 50 anos de devoção.






Louis XV e Marquesa de Pompadour



Ela foi a privilegiada de Louis XV. Em 1745, Jeanne Lenormant de Estiolles encontrou o rei Louis XV no baile de mascaras dado em homenagem ao casamento do delfim Louis Ferdinand.


Bonita e à vontade nas festas, encantou o Rei e tornou-se a sua amante. Para trazer à corte esta mulher procedente da burguesia, ele lhe deu o título de Marquesa de Pompadour.


Madame Pompadour exerceu cada vez mais sua influência sobre o Rei e tornou-se a sua principal conselheira. Mas essa situação foi motivo de muitas críticas.



A partir de 1750, a sua saúde frágil modificou a sua relação de amante à amiga e confidente de Louis XV. Conservou a sua influência sobre ele e escolhia até mesmo as suas novas amantes. Até a sua morte em 1764, permaneceu ao seu lado.











Napoleão e Josephine

Em 21 de Abril de 1795, o general Bonaparte ficou noivo de Desirée à Clary, futura rainha da Suécia.




Mas em outubro de 1795, cruzou numa feira parisiense com Joséphine Beauharnais. A mulher de 32 anos, encantou o oficial. Napoleão quebrou então o seu compromisso, e casou com Joséphine, então viúva e mãe de duas crianças, em 9 de Março de 1796.


Foi coroada imperatriz em 2 de Dezembro de 1804, quando Napoleão se tornou Imperador da França. Mas logo Josephine multiplicou seus amantes e suas conquistas, nas ausências do marido. Em 1809, quando Napoleão fez 40 anos, ele queria ter um herdeiro. Como Josephine não engravidava, ele decidiu pedir o divórcio.






Em 2 de Abril de 1810, ele se casou com Marie-Louise da Áustria que lhe deu o herdeiro em menos de um ano. No entanto, a numerosa correspondência entre Napoleão e Joséphine testemunha a sua afeição bem após a sua separação.


Túmulo de Napoleão em Paris: Église du Dôme, Esplanade des Invalides, Metrô: Invalides.  Ver também: Rueil Malmaison















Edith Piaf e Marcel Cerdan


Ele foi o grande amor da sua vida. O seu primeiro encontro foi em 1946. Ele, Marcel Cerdan, pugilista francês era casado e pai de quatro crianças.

Ela, Edith Piaf, já era uma cantora famosa. Mas a sua história de amor começou apenas dois anos depois, em Nova Iorque, quando em 14 de Janeiro de 1948, ele foi ouvi-la cantar no cabaret Versailles. Foi o início quase de dois anos de paixão.O rei do boxe e a rainha da canção faziam a felicidade dos jornais.

Em 28 de Outubro de 1949, Edith suplicou ao seu amado para ir encontrá-la em Nova Iorque. Ele conseguiu então um lugar de última hora em um vôo. Infelizmente o avião caiu nos Açores sem nenhum sobrevivente. Edith Piaf, arrasada pela tristeza, nunca se refez desta tragédia, levando sempre na na lembrança o seu grande amor desaparecido. Ver: Paris de Edith Piaf


Túmulo de Edith Piaf em Paris: Cemitério du Père Lachaise
Museu Edith Piaf: 5, RueCrespin-du-Gast, 11eme arrondissement





Maria Callas e Onassis



Apesar de serem gregos, viveram a sua paixão em Paris.
Callas, geniosa, intempestiva, era regida pelos sentimentos. Com ela, seus personagem de ópera ganhavam vida. O sangue fervia, a dramaticidade explodia.


No auge da fama, Maria sofreu um grande assédio por parte do armador grego, que era casado com Tina. Presentes luxuosos e toda sorte de mimos foram usados por Onassis para convencê-la. Ela cedeu à paixão e mergulhou em uma relação atormentada, que durou 9 anos, aonde foi submetida a humilhações das quais nunca se recuperou.


Ainda com Callas, Onassis repetiu com Jacqueline o mesmo assédio que havia feito a Maria. O trauma emocional de Callas foi proporcional ao impacto causado pelo novo casal Onassis


Ela morreu sozinha, aos 53 anos, em seu apartamento de Paris, (36, Avenue Georges-Mandel, 16eme) em 16 de setembro de 1977, vítima de um infarto.


Enquanto o enterro percorria a rua Georges Bizet, centenas de parisienses que choravam saudaram a passagem do esquife com a saudação que emocionava Maria na saída dos teatros: “Bravo Callas!, Bravo Maria!”. Na primavera de 1979, suas cinzas foram lançadas no Mar Egeu.



Diane de Poitiers e Henri II



Henri II (Rei da França de 1547 até 1559), se apaixonou por Diane de Poitiers, uma viúva de 32 anos, 18 anos mais velha que ele. que foi dama de honra de sua mãe. Henri II foi obrigado a se casar com Catherine de Médicis, um casamento político, sem amor.


Diane foi amante do rei durante 20 anos, até a morte dele em 1559. Um presente de coroação de Henri II para Diane, foi o mais belo dos castelos do Vale do Loire, o Chateau de Chernonceau. Ele a tornou também duquesa de Valentinois.


Nostradamus, previu e escreveu, como se daria a morte de Henri II. Ele alertou Catarina de Médicis, sobre o acidente que em breve ocorreria com o seu marido, mas, esta preferiu se calar.

A profecia se cumpriu 4 anos depois, em 1559, quando Henri travou uma luta amigável com o jovem oficial Montgomery, capitão da Guarda do Rei. A luta fazia parte das comemorações dos casamentos de sua irmã e também da sua filha. A Lança de Montgomery atravessou acidentalmente a viseira do elmo dourado que Henrique ostentava , ferindo-o na vista e na garganta.

Ele morreu depois de 10 dias de sofrimento, sem poder se despedir do amor da sua vida. Diane de Poitiers, depois do ferimento de seu bem amado, foi proibida pela rainha Catarina de Médicis, de vê-lo novamente


Sua paixão por Diane durou a vida inteira, até o dia de sua morte. Após esse acontecimento, Catherine de Médicis tomou o castelo de Chenonceau de Diane e lhe deu em troca Chaumont-sur-Loire. Diane, aos 60 anos, foi exilada no château d'Anet até a sua morte, em 22 de setembro de 1566, aos 66 anos.





Veja também: O Rei que Abdicou por Amor

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